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  • Os mercenários da pirataria internacional

    Pirataria no Corno de África

    Os mercenários da pirataria internacional

    Parecem cascas de nozes, mas são os barcos com que os piratas somalis partem para o ataque a grandes navios cargueiros. Os ataques tornaram a costa do Corno de África uma das regiões marítimas mais perigosas do mundo. A pirataria desenvolveu-se numa verdadeira indústria de mercenários.

  • Fim de um drama de reféns de vários meses

    Pirataria no Corno de África

    Fim de um drama de reféns de vários meses

    O navio alemão de contentores Hansa Stavanger entra no porto de Mombasa, no Quênia. Durante quatro meses, de abril a agosto de 2009, a tripulação foi presa por piratas somalis. Várias tentativas de libertação falharam. Apenas depois do pagamento de um resgate de 2,75 milhões de dólares a tripulação foi libertada.

  • Guarda costeiro sem meios

    Pirataria no Corno de África

    Guarda costeiro sem meios

    Uma lancha da guarda costeira da Somália patrulha a costa do país. As forças locais não têm meios para enfrentar os piratas fortemente armados. Faltam-lhes armamento, combustível e pessoal. A Somália é um dos países mais pobres do mundo: a esperança média de vida é de 46 anos, um quarto das crianças morre antes de chegar aos cinco anos de idade.

  • Participação alemã no combate aos piratas

    Pirataria no Corno de África

    Participação alemã no combate aos piratas

    Soldados da marinha alemã no Golfo de Aden em 2008. Cerca de 500 soldados da Bundeswehr, o exército alemão, participam na missão Atalanta de combate à pirataria da União Europeia. É a terceira maior missão das forças armadas alemãs no estrangeiro. Mesmo assim, houve 230 ataques de piratas no ano de 2011.

  • Armadores alemães reagem à ameaça

    Pirataria no Corno de África

    Armadores alemães reagem à ameaça

    Peter Krämer, um dos maiores armadores alemães, pede uma ação concertada de todas as marinhas e forças aéreas do Corno de África. Os seus cargueiros de gás, petróleo e produtos químicos foram equipados com "quartos de pânico". Providenciam um refúgio para a tripulação no caso de ataques de piratas. Krämer também equipou os seus navios com forças de segurança privadas.

  • Instigadores permanecem impunes

    Pirataria no Corno de África

    Instigadores permanecem impunes

    Abshir Abdillahi "Boyah" é considerado um dos chefes da pirataria da Puntlândia, uma região da Somália que se declarou país independente. Diz-se que tem várias centenas de piratas sob seu comando. Organizações de auxílio ao desenvolvimento pedem combater os comandantes e instigadores da pirataria. Pois são estes que recrutam jovens desempregados e que lucram com os resgates milionários.

  • Um país em apuros

    Pirataria no Corno de África

    Um país em apuros

    Combater a pirataria na terra antes do combate no mar – é o que vários defensores dos direitos humanos e organizações de desenvolvimento defendem. A pobreza na Somália continua extrema. Aproximadamente 1,5 milhões de somalis procuraram refúgio dos combates constantes e da fome dentro do próprio país, outros nos países vizinhos. Mais de 40% da população da Somália depende de ajuda alimentar.


    Autor: Claudia Hennen/Johannes Beck | Edição: Renate Krieger

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